Na aula de hoje, 06/05 o professor Markus, introduzindo com a explicação da Canônica de Epicuro e sua caracterização como a sala de entrada da physiología (estudo da natureza), falou da relação do epicurismo com a medicina antiga, visto que a compreensão da phýsis (natureza) leva em consideração também a compreensão do homem, seu corpo, sua saúde, tendo implicações diretas no nosso modo de viver. Foi feita a leitura das pág. 54-55 de seu livro Sabedoria e Jardim, especificamente o tópico 3.3 intitulado por Epicuro e a techné hé ietriké, que pode ser lido através do link:
Estava devendo este texto desde que publiquei o primeiro plantão de dúvidas. Nele é tratado a noção de justiça em Epicuro, além, claro, da abordagem sobre as sociedades humanas a partir da compreensão epicurista.
GIGANDET, A.
& MOREL, P.-M. (Orgs.). Ler Epicuro e os epicuristas. São
Paulo: Loyola, 2011, p. 205 - 229
Meio atrapalhado, mais pra lá do que pra cá, porém não deixei de falar sobre o belo e de apresentar textos que dão conta do tema. Deixo claro que esses vídeos são sempre uma tentativa de resposta, vocês é que devem aprofundá-los em seus trabalhos e/ou apresentações. Enfim, vejam o vídeo e apresentem críticas e sugestões.
Estou devendo uns textos, logo que puder disponibilizo aqui no blog.
Provavelmente, amanhã estarei postando mais um plantão de dúvidas. Desta vez vou falar sobre o belo em Epicuro. Perguntaram-me faz um tempo: como é possível pensar uma estética no epicurismo? Adianto que nunca li trabalhos que se dedicassem exclusivamente à questão. No entanto vou tentar, apresentando alguns textos, falar sobre a apreciação do belo por Epicuro em linhas gerais.